# Em 2016, a Microsoft anunciou a compra do LinkedIn por US$ 26,2 bilhões, em dinheiro — Citeo

> Em 13 de junho de 2016, a Microsoft anunciou a compra do LinkedIn por US$ 196 por ação, cerca de US$ 26,2 bilhões em dinheiro. A rede, com mais de 433 milh...

Fonte: https://citeo.com.br/artigo/2016-microsoft-compra-o-linkedin · Atualizado em 21/10/2026

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 Retrospectiva 2016 · Crescimento# Em 2016, a Microsoft anunciou a compra do LinkedIn por US$ 26,2 bilhões, em dinheiro

 **Redação Citeo** Publicado em 31/12/2016 Revisado em 17/10/2026 **Período analisado: 2016** 3 min de leitura 

  Resposta rápidaEm 13 de junho de 2016, a Microsoft anunciou a compra do LinkedIn por US$ 196 por ação, cerca de US$ 26,2 bilhões em dinheiro. A rede, com mais de 433 milhões de membros, manteria marca e independência, com Jeff Weiner como CEO, e Satya Nadella justificou a compra pela integração com Office 365 e Dynamics.

 

Em 13 de junho de 2016, a Microsoft anunciou que compraria o LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, por US$ 196 por ação, num negócio de cerca de US$ 26,2 bilhões pago em dinheiro, segundo o comunicado oficial das empresas. O LinkedIn manteria sua marca, sua cultura e sua independência operacional, e Jeff Weiner continuaria como CEO, reportando-se a Satya Nadella, CEO da Microsoft. Na época, a rede tinha mais de 433 milhões de membros, crescimento de 19% em um ano.

Para profissionais de marketing B2B e de recrutamento, a compra uniu a principal rede de perfis profissionais a uma das maiores fornecedoras de software corporativo.

## Quais eram os termos do negócio?

ItemO que foi anunciadoData do anúncio13 de junho de 2016Preço por açãoUS$ 196Valor totalCerca de US$ 26,2 bilhões, incluindo o caixa líquido do LinkedInForma de pagamentoIntegralmente em dinheiroMarcaLinkedIn manteria marca, cultura e independênciaComandoJeff Weiner seguiria como CEO, reportando-se a Satya NadellaMembros do LinkedInMais de 433 milhões, alta de 19% em um anoConclusão previstaAo longo de 2016, sujeita a aprovação de acionistas e reguladores

Segundo o Baguete, o uso móvel do LinkedIn havia crescido 49% em um ano e chegado a 60% dos usuários. A publicação estimou que a Microsoft pagou quase US$ 60 por membro registrado.

## Por que a Microsoft comprou o LinkedIn?

Satya Nadella afirmou que o negócio era a chave para a ambição da Microsoft de reinventar a produtividade e os processos de negócio, conectando os dados profissionais do LinkedIn ao Office 365 e ao Dynamics, o software de gestão e relacionamento com clientes da empresa. As reportagens da época apontaram outras motivações:

- **Presença no dia a dia corporativo**: segundo o Re/Code, citado pelo Baguete, a Microsoft queria papel central na rotina das empresas, num momento em que o Slack ganhava espaço.
- **Experiência anterior**: a compra do Yammer, por US$ 1,2 bilhão em 2012, não havia gerado resultados fortes, segundo a mesma reportagem.
- **Dados para IA e nuvem**: os dados do LinkedIn sobre estruturas organizacionais poderiam alimentar a assistente Cortana, as ambições de inteligência artificial e os produtos corporativos em nuvem da Microsoft.

Jeff Weiner disse que esperava liderar a equipe no "próximo capítulo" da empresa. Reid Hoffman, presidente do conselho do LinkedIn, tratou o momento como uma espécie de refundação da companhia.

## O que a compra significava para marketing B2B?

Para quem usava o LinkedIn em marketing e prospecção entre empresas, a integração com ferramentas de produtividade e de gestão de clientes anunciada por Nadella apontava para alguns efeitos práticos:

1. **Dados profissionais perto do CRM**: informações de cargo e empresa poderiam ser usadas em ferramentas de vendas.
2. **Prospecção mais integrada**: vendas e marketing passariam a trabalhar com perfis profissionais dentro de softwares corporativos.
3. **Conteúdo profissional**: o LinkedIn reforçava seu papel como espaço de reputação para empresas e executivos.

## Como esse movimento se encaixava em 2016?

O ano foi marcado por grandes empresas de tecnologia apostando em dados e inteligência artificial. Em outubro, o Gartner colocou a IA e o aprendizado de máquina no topo de sua lista de tendências estratégicas para 2017, e a compra do LinkedIn foi justificada, em parte, pelo valor dos dados profissionais para produtos inteligentes.

## O que isso significa hoje para quem contrata marketing B2B?

Para empresas de serviços digitais, o LinkedIn segue como vitrine de reputação para a marca e para seus executivos. Ao contratar uma agência de marketing B2B, vale exigir uma estratégia que combine presença orgânica consistente, conteúdo com informações verificáveis e mídia paga segmentada por cargo e setor, integrada ao CRM. Informação profissional clara e coerente entre site, LinkedIn e diretórios também ajuda buscadores e assistentes de IA a entender quem é a empresa.

## Fontes

- [LinkedIn e Microsoft, comunicado à SEC (Form 8-K, Exhibit 99.1): Microsoft to acquire LinkedIn (13 jun. 2016)](https://www.sec.gov/Archives/edgar/data/0001271024/000110465916126712/a16-13234_1ex99d1.htm)
- [Baguete: Microsoft adquire LinkedIn (jun. 2016)](https://www.baguete.com.br/noticias/microsoft-adquire-linkedin)
- [Gartner: Top 10 Strategic Technology Trends for 2017 (out. 2016)](https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2016-10-18-gartner-identifies-the-top-10-strategic-technology-trends-for-2017)

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## Perguntas frequentes

### Quanto a Microsoft pagou pelo LinkedIn?

Segundo o comunicado de 13 de junho de 2016, a Microsoft pagaria US$ 196 por ação, num total de cerca de US$ 26,2 bilhões, incluindo o caixa líquido do LinkedIn, em uma transação integralmente em dinheiro.

### O LinkedIn deixou de ser independente depois da compra?

Pelo anúncio, o LinkedIn manteria marca, cultura e independência operacional, com Jeff Weiner como CEO, reportando-se a Satya Nadella, CEO da Microsoft.

### Por que a Microsoft quis comprar o LinkedIn?

Satya Nadella disse que o negócio era chave para reinventar a produtividade e os processos de negócio, conectando os dados profissionais do LinkedIn ao Office 365 e ao Dynamics. Reportagens também apontaram o interesse em dados para inteligência artificial e produtos corporativos em nuvem.

  

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