Sergio Almeida, fundador e diretor comercial da Jogajunto, conta como a agência, fundada em 2014, conecta marketing, comunicação, RH e tecnologia para médias e grandes empresas, o case da Gotex Show (121,4% mais inscrições em 2024) e o que perguntar antes de contratar uma agência.
Sergio Almeida fundou a Jogajunto em 2014 para reunir estratégia, criatividade e tecnologia em um mesmo time e acompanhar a execução até o fim. Nesta entrevista, ele conta que tipo de cliente a agência atende melhor, o projeto com a Gotex Show, o que diferencia o trabalho na prática e como a inteligência artificial (IA) está mudando o setor.
Em resumo
- Origem: fundada em 2014 para conectar estratégia, criatividade e tecnologia em desafios de marketing, comunicação e experiências digitais.
- Clientes: médias e grandes empresas que precisam conectar marketing, comunicação, RH e tecnologia, com experiência com marcas como Logicalis, Vivara, Mary Kay e Companhia de Estágios.
- Resultado: na Gotex Show, crescimento de 121,4% nas inscrições de 2024 em relação a 2023 e mais de 7 mil visitantes e 200 expositores em 2025.
- Saúde: método MedGROW para clínicas e hospitais, olhando também para o atendimento, o pós-consulta e a retenção.
- Conselho: comece pelo resultado que precisa alcançar e desconfie de promessas sem diagnóstico.
Sobre a Jogajunto
- Especialidade: Marketing Digital
- Perfil na Citeo: Jogajunto
- LinkedIn de Sergio Almeida
Como a empresa começou e qual problema ela resolve?
Fundei a Jogajunto em 2014, depois de uma trajetória que começou ainda adolescente, criando sites e ensinando Photoshop, e passou por agências e projetos para grandes marcas. Queria construir um time capaz de entender a visão do cliente e acompanhar a execução até o fim.
Hoje, conectamos estratégia, criatividade e tecnologia para resolver desafios de marketing, comunicação e experiências digitais. Ajudamos empresas a atrair clientes e talentos, engajar colaboradores e transformar sua presença digital em oportunidades de negócio.
O problema que me mobiliza é o trabalho que fica pela metade: a campanha desconectada da venda, o site que não converte e a comunicação que não chega às pessoas.
Que tipo de cliente vocês atendem melhor?
Trabalhamos melhor com médias e grandes empresas que precisam de um parceiro próximo para conectar marketing, comunicação, RH e tecnologia. Entre os desafios estão gerar demanda qualificada, fortalecer a marca empregadora, engajar colaboradores e modernizar sites e plataformas.
Nossa experiência inclui marcas como Logicalis, Vivara, Mary Kay e Companhia de Estágios. Na saúde, desenvolvemos o método MedGROW para clínicas e hospitais, olhando também para o atendimento, o pós-consulta e a retenção.
Temos afinidade com gestores que compartilham seus objetivos e dão espaço para investigar o problema antes de definir a entrega.
Conte um projeto de que vocês se orgulham: qual era o desafio e qual foi o resultado?
Um projeto de que me orgulho é a parceria com a Gotex Show, encontro internacional do setor têxtil, de moda e negócios. O desafio era ampliar as inscrições e atrair visitantes qualificados.
Integramos conteúdo ao longo do ano, relacionamento por e-mail, mídia paga, melhorias no site e cobertura do evento. O case registra crescimento de 121,4% nas inscrições de 2024 em relação a 2023. Em 2025, o evento recebeu mais de 7 mil visitantes e 200 expositores.
O que me orgulha é a continuidade: a parceria ajudou a sustentar três anos consecutivos de crescimento, com comunicação e execução acompanhando os objetivos do negócio.
O que diferencia o trabalho de vocês na prática?
A diferença aparece na forma como assumimos a responsabilidade pela entrega. Reunimos estratégia, redação, design e desenvolvimento no mesmo time, reduzindo a distância entre a ideia e o que chega ao público.
Começamos entendendo o objetivo, investigamos os pontos de perda e definimos prioridades antes de sair produzindo. Na saúde, por exemplo, o diagnóstico pode mostrar que é preciso corrigir o site ou o atendimento antes de aumentar a mídia.
Também valorizamos relações duradouras: a Companhia de Estágios está conosco há mais de 12 anos. Para mim, parceria se prova na rotina, na capacidade de resolver e de concluir o que foi combinado.
Que conselho você dá a quem vai contratar uma empresa como a sua?
Comece explicando qual resultado precisa alcançar e pergunte como a empresa pretende medir a evolução. Peça cases com contexto: qual era o problema, o que foi feito, em quanto tempo e quais indicadores mudaram.
Converse com clientes atuais e descubra quem vai executar, como funciona o acompanhamento e o que está incluído na proposta. Compare escopo, responsabilidades e capacidade de entrega junto com o preço.
Desconfie de promessas sem diagnóstico e de propostas que já chegam com a mesma solução para qualquer negócio. Uma boa pergunta é: se a campanha gerar procura, nosso site e nosso atendimento estão preparados para transformar esse interesse em negócio?
Como a inteligência artificial está mudando o seu setor e o trabalho de vocês?
A IA está mudando tanto a produção quanto a forma de encontrar empresas. Usamos e exploramos aplicações em pesquisa, organização de informações, criação e automação, com revisão humana e cuidado com os dados. Isso exige mais critério para validar fatos e preservar a identidade de cada marca.
Outra mudança é a descoberta de serviços em ferramentas como o ChatGPT. No nosso trabalho em saúde, já temos relato de pacientes chegando por esse caminho. Por isso, além de SEO, trabalhamos AEO, estruturando conteúdos para responder às dúvidas do público com clareza e evidências.
A prioridade continua sendo entender o negócio, escolher o problema certo e acompanhar o resultado.
Entrevista concedida à Citeo em 02/11/2026. As respostas são da empresa entrevistada; a Citeo revisou apenas a forma. Entrevistas não influenciam o score nem os rankings.
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Perguntas frequentes
Que conselho Sergio Almeida dá a quem vai contratar uma agência de marketing digital?
Começar explicando qual resultado precisa alcançar e perguntar como a agência vai medir a evolução. Pedir cases com contexto (problema, o que foi feito, prazo e indicadores), conversar com clientes atuais, saber quem vai executar e comparar escopo e capacidade de entrega junto com o preço. Ele recomenda desconfiar de promessas sem diagnóstico e de propostas com a mesma solução para qualquer negócio.
O que diferencia a Jogajunto, segundo Sergio Almeida?
A Jogajunto reúne estratégia, redação, design e desenvolvimento no mesmo time e começa entendendo o objetivo e os pontos de perda antes de produzir. Também valoriza relações duradouras: a Companhia de Estágios é cliente há mais de 12 anos.
Que tipo de cliente a Jogajunto atende melhor?
Médias e grandes empresas que precisam conectar marketing, comunicação, RH e tecnologia, com desafios como gerar demanda qualificada, fortalecer a marca empregadora, engajar colaboradores e modernizar sites. Na saúde, atende clínicas e hospitais com o método MedGROW.
Como a Jogajunto usa inteligência artificial?
A Jogajunto usa IA em pesquisa, organização de informações, criação e automação, com revisão humana e cuidado com os dados. Além de SEO, trabalha AEO, estruturando conteúdos para responder às dúvidas do público com clareza e evidências.